Montanhas
Montanhas
Montanhas
Montanhas
Montanhas nunca
Se machucam,
Funda, inunda
Ou se quebram
Uma vez que as
Nuvens te protejam
De todo o mau
Seu sorriso sempre
É algo especial
Minhas lágrimas caíram hoje
Eu vejo as pessoas que foge
Eu não sou alguém para se
Amar
Mas também não sou tão
Ruim para se odiar
Decreto, em montanhas
Lá estarão, minhas manhas
E quando me pegar
Em distúrbios
E quando me imaginar
Em viadutos
Onde um coração se
Derrete
Como sorvete em cima
De confetes
Onde meu amor se torna pó
A tristeza respira por si só
Quando me chamarem de
Louca
E fazerem de mim tão pouca
Quando eles descobriram o
Que sinto e que não minto
Quando digo que vivo na lua
Nesse dia esse amor não será
Falcatrua
Montanhas nunca
Tem medo
Não se deslumbra,
Não penumbra
Não entra no enredo
No segundo em que
As chuvas caíram
Os medos se tornaram
Grandes eles acabaram
E saíram
Eu me senti solitário de novo
Eu tentei me alegrar com
Aquele povo
Mas tudo que recebi foi ódio
Eles não me deixaram ir, óbvio
Decreto, em montanhas
Lá estarão, minhas manhas
Eu vejo meu mundo
Colodir em segundo
Eu vejo esse vultos
Na há nada nesses
Mundo de adultos
Onde todos fingem
Se gostarem
Apenas para agarrar-se
Em um porém
Eu sigo pintando muros
Tirando a luz do escuro
Eu queria poder mudar minha
Mente
Conhecer gente
E, pelos menos, morre com
A certeza
De que alguma vez eu vivi
Na beleza
Montanhas nunca
Terminam sozinhas
Sempre se ajuntam,
Nunca se perguntam
Se alguma vez serão
Minhas
Uma vez em que o
Céu irá lhe beijar
As nuvens lhe
Faram flutuar
Montanhas nunca
São inférteis
Nunca se confunda
Não se inunda
Essa é uma de suas
Vertes
Uma vez que seus
Pés são molhados
Por água
Seu corpo nunca conhecerá
Essas mágoas
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